Hoje eu fiz uma coisa muito feia quando fui imprimir umas paradas lá na faculdade, porque lá rola o seguinte. Cada aluno tem direito a duzentas impressões por ano, ou seja, só pode imprimir duzentas páginas. Aí eu sentei pra usar a máquina, coloquei login e senha e vi que o computador do lado já estava logado. Cliquei no "iniciar" e vi o nome do cara. Não era ninguém conhecido, um tal de Alisson. A maldade veio à minha mente levando-me ao ímpeto de consumir e me locupletar das cotas do pobre e distraído Alisson.
Havia, porém um problema. Segundo as regras da instituição, o nome de usuário é uma sequência de números e não o nome do sujeito. Eu precisaria dessa informação, porque só se ativa a impressora digitando isso na única máquina - uma espécie de computador específico para esse fim - plugada à impressora, uma Epson a laser. Fui vasculhar. Meu computador, painel de controle, não sei o que lá, propriedades, avançadas, acabou que eu descobri o número do cara e imprimi catorze páginas. Fui checar e vi que ainda lhe restavam mais noventa e tantas (eu tenho cento e vinte e uma). Ainda larguei logado pra quem também o desejasse.
Convenci-me de estar fazendo a coisa certa pensando "é bom que Alisson aprende a ficar mais ligado". Foi o meu lexotan. Conclui que foi uma boa ação e não uma filhadaputagem. Alisson (ou Ailson, pra falar a verdade não lembro muito bem), se você ler isso daqui não fique pirado.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
A Visão
Pode parecer ridículo isso - ainda mais se tratando do cético que eu sou -, mas tive um sonho confortante. Foi como se eu viajasse no tempo e me visse criança no Salesiano naquelas mesas que ficam dez guris mexendo com massa de modelar - cheguei até a tentar me lembrar dessa cena, mas não consegui. Só sei que minha versão criança disse que eu era um irmão mais velho dela pros coleguinhas, e não me lembro especificamente o que disse em seguida, mas disse algo sobre eu ficar tranquilo, ficar em paz. Foram bons conselhos. Acho que posso ser duas pessoas. Na verdade eu sempre viajei que quando eu era criança (digamos entre quatro e seis anos) eu detestava pintar aqueles desenhos enormes que eram o dever de casa; e essa é uma situação que eu vivo hoje - em outras proporções. Por que estudar tem que ser sempre uma merda?
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
O Último Dia Naquela Cidade
A gente tava de bobeira pela cidade quando passamos perto do estádio. "Vamo ver o jogo?", alguém disse. Concordamos todos. Compramos uma vodka no supermercado e voltamos pro mesmo lugar.
Não demorou e começamos a trocar idéia com os caras do Comando - torcida organizada do time local. Eles nos venderam os ingressos, ficaram bebendo conosco e fumamos um morrão. Depois do jogo foi uma festa da porra, porque tinham ganhado de quatro a zero. Os caras nos levaram pra sede deles. Tiramos umas fotos, bebemos umas cervejas.
Saímos de rolê. No total dava umas sete cabeças. Paramos num mercadinho pra comer uns salgados. Pra tirar onda de baiano eu dei um banho de pimenta na coxinha. Como eu tava bêbado, pra mim tava de boa. A cada mordida que eu dava eu embebia aquele salgado frio com o líquido. Um cara do Comando quis me imitar. Só que a boca dele ficou ardendo pra caralho, a gente começou a rir ao mesmo tempo que ele também ria e não parava de colocar mais pimenta e comer.
Continuamos andando. Tava frio pra caralho, uns sete graus, sei lá - na madrugada eu tirei uma foto na frente do termômetro marcando sete graus. Porra, pra mim isso é muito frio. Decidimos ir num puteiro ali perto - Edgar preferiu ir numa boate, ele ia encontrar outra galera conhecida lá. Os outros dois brothers que tavam com a gente voltaram pra universidade. Ficamos só eu, Ivan e os caras do Comando (uns cinco).
O puteiro tinha chão de taco, algumas mesas de madeira, um balcão na frente, várias mulheres - umas sete ou oito -, tanto novas quanto velhas. A cerveja era uns dez reais a garrafa. Ivan tratou de pedir uma. Sentamos a uma mesa, separada dos caras do Comando, bebendo de boa e trocando uma idéia. Nessa eu fui intimar uma morena, gostosa até. Cabelo preto longo, cacheado, disse o nome dela, daonde era (uma cidade qualquer do interior). Cinquenta conto mais quinze do quartinho em cima. Subimos. Tirei a calça com todos os documentos e deixei num lugar próximo pra ficar ligado em não sumir nada. Não queria tomar um a zero daquela mulher. Fiquei peladão. Ela disse que eu tinha o corpo bonito, um "ticão". Na real, foi uma boa foda. Depois de gozar fiquei deitado fumando um cigarro, relaxando. O quarto não tinha porta, era tipo uma cortina, estilo casa de indiano, então quando eu penso que não me adentra naquele inferninho Ivan completamente bêbado com uma gordinha gritando "é suruba, Carlão! Putaria!". Eu ri pra caralho. Rapidinho ele botou a mulher de quatro e começaram a fuder ali mesmo do meu lado. Eu assisti um pouco, me vesti e desci. Fiquei conversando com os caras do Comando e uma loira gatíssima - a puta mais gata do brega, eu acho. Ela me perguntou se Ivan tinha subido sem pagar o quarto. Eu respondi que não sabia. Parece que ele não pagou o quarto mesmo. A loira disse que o dono não ia gostar se soubesse, mas que eu ficasse numa boa que não ia pegar nada. Não demorou muito, ele desceu com a criatura. A loira foi tirar satisfação com a gordinha, saber porque ela não repassou o dinheiro do quarto pro bar ou algo do tipo. Eu não fiquei pra ver. Chamei Ivan pra ir embora. A gente se despediu dos caras e da loira. Perguntamos se era tranquilo andar por ali àquela hora, eles falaram que sim, que qualquer coisa era só dizer que tava com eles.
Voltamos caminhando pra universidade, era uma ladeira enorme, fazia frio, não tinha mais um carro na rua. Foi o último dia naquela cidade.
Não demorou e começamos a trocar idéia com os caras do Comando - torcida organizada do time local. Eles nos venderam os ingressos, ficaram bebendo conosco e fumamos um morrão. Depois do jogo foi uma festa da porra, porque tinham ganhado de quatro a zero. Os caras nos levaram pra sede deles. Tiramos umas fotos, bebemos umas cervejas.
Saímos de rolê. No total dava umas sete cabeças. Paramos num mercadinho pra comer uns salgados. Pra tirar onda de baiano eu dei um banho de pimenta na coxinha. Como eu tava bêbado, pra mim tava de boa. A cada mordida que eu dava eu embebia aquele salgado frio com o líquido. Um cara do Comando quis me imitar. Só que a boca dele ficou ardendo pra caralho, a gente começou a rir ao mesmo tempo que ele também ria e não parava de colocar mais pimenta e comer.
Continuamos andando. Tava frio pra caralho, uns sete graus, sei lá - na madrugada eu tirei uma foto na frente do termômetro marcando sete graus. Porra, pra mim isso é muito frio. Decidimos ir num puteiro ali perto - Edgar preferiu ir numa boate, ele ia encontrar outra galera conhecida lá. Os outros dois brothers que tavam com a gente voltaram pra universidade. Ficamos só eu, Ivan e os caras do Comando (uns cinco).
O puteiro tinha chão de taco, algumas mesas de madeira, um balcão na frente, várias mulheres - umas sete ou oito -, tanto novas quanto velhas. A cerveja era uns dez reais a garrafa. Ivan tratou de pedir uma. Sentamos a uma mesa, separada dos caras do Comando, bebendo de boa e trocando uma idéia. Nessa eu fui intimar uma morena, gostosa até. Cabelo preto longo, cacheado, disse o nome dela, daonde era (uma cidade qualquer do interior). Cinquenta conto mais quinze do quartinho em cima. Subimos. Tirei a calça com todos os documentos e deixei num lugar próximo pra ficar ligado em não sumir nada. Não queria tomar um a zero daquela mulher. Fiquei peladão. Ela disse que eu tinha o corpo bonito, um "ticão". Na real, foi uma boa foda. Depois de gozar fiquei deitado fumando um cigarro, relaxando. O quarto não tinha porta, era tipo uma cortina, estilo casa de indiano, então quando eu penso que não me adentra naquele inferninho Ivan completamente bêbado com uma gordinha gritando "é suruba, Carlão! Putaria!". Eu ri pra caralho. Rapidinho ele botou a mulher de quatro e começaram a fuder ali mesmo do meu lado. Eu assisti um pouco, me vesti e desci. Fiquei conversando com os caras do Comando e uma loira gatíssima - a puta mais gata do brega, eu acho. Ela me perguntou se Ivan tinha subido sem pagar o quarto. Eu respondi que não sabia. Parece que ele não pagou o quarto mesmo. A loira disse que o dono não ia gostar se soubesse, mas que eu ficasse numa boa que não ia pegar nada. Não demorou muito, ele desceu com a criatura. A loira foi tirar satisfação com a gordinha, saber porque ela não repassou o dinheiro do quarto pro bar ou algo do tipo. Eu não fiquei pra ver. Chamei Ivan pra ir embora. A gente se despediu dos caras e da loira. Perguntamos se era tranquilo andar por ali àquela hora, eles falaram que sim, que qualquer coisa era só dizer que tava com eles.
Voltamos caminhando pra universidade, era uma ladeira enorme, fazia frio, não tinha mais um carro na rua. Foi o último dia naquela cidade.
domingo, 10 de outubro de 2010
É, bicho,,,
Ontem vi minha ex-namorada e um conhecido se chupando e estilo namorico. Uma cena bizarra. Custava terem ido embora pra um lugar reservado? Precisava ser na frente de todo mundo e sabendo que eu tava ali? A vontade momentânea é de socá-los até a morte. Ou um soco só no nariz de cada um. Fico pensando o que aconteceria se quando eu precisasse tomar minhas decisões eu pudesse voltar no tempo caso desse alguma merda. Perderam minha amizade e o meu respeito.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
A Morena
A morena está sempre sorrindo com seu colorido vestido.
Sem ser vulgar essa roupa consegue mostrar suas belas formas.
Os braços finos da morena sugerem uma magreza que não existe
e suas ancas denunciam tudo o que há de melhor ali escondido.
O cabelo da morena deita sobre seus ombros como que descansando,
esperando serem cheirados e puxados para o lado e assim
exporem seu pescoço perfumado e convidativo para o deleite
daquele escolhido por ela para ser, naquela noite, seu amante.
A morena esbanja sagacidade, inteligência, sabedoria.
Tem no batente o trabalho mental.
Gosto quando a morena sorri.
Sem ser vulgar essa roupa consegue mostrar suas belas formas.
Os braços finos da morena sugerem uma magreza que não existe
e suas ancas denunciam tudo o que há de melhor ali escondido.
O cabelo da morena deita sobre seus ombros como que descansando,
esperando serem cheirados e puxados para o lado e assim
exporem seu pescoço perfumado e convidativo para o deleite
daquele escolhido por ela para ser, naquela noite, seu amante.
A morena esbanja sagacidade, inteligência, sabedoria.
Tem no batente o trabalho mental.
Gosto quando a morena sorri.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Mulher é foda
Comigo aconteceu o seguinte. Peguei a mulher, dei amor, carinho e atenção durante anos. Um dia ela resolve terminar, começa a se arrumar e dar pra outros caras como se nada do que tivesse sido feito por ela significasse qualquer coisa.
Pior é quando você e ela têm amigos em comum. Ela, por exemplo, tem aquele cara que estudou junto a vida inteira e você respeita a amizade deles. Um dia ela resolve terminar e duas semanas depois aparece namorando esse sujeito. Bem suspeito.
Há diversas outras situações.
É difícil, mas o melhor mesmo é nem pensar nisso.
Pior é quando você e ela têm amigos em comum. Ela, por exemplo, tem aquele cara que estudou junto a vida inteira e você respeita a amizade deles. Um dia ela resolve terminar e duas semanas depois aparece namorando esse sujeito. Bem suspeito.
Há diversas outras situações.
É difícil, mas o melhor mesmo é nem pensar nisso.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
O Ensaio
Havia bebido até o amanhecer na sexta com um velho camarada e nessa bebedeira tínhamos combinado de, no dia seguinte, irmos ver o campeonato de surf no Jardim de Alah. Acordei meio-dia, telefonei pro sacana e nada. Entrei no MSN e lá estava ele. Combinamos de almoçar e sair, mas eis que uma ligação muda tudo. Lóki, baterista da minha banda me liga chamando pra ensaiar na casa do seu avô, compromisso que eu não recordava haver assumido, mas que não poderia faltar.
Cancelei o esquema da praia e fui arrumar as coisas pra ensaiar. Baixo, palheta, microfone, cabo... Não tenho cabo. Telefonei pro batera perguntando se lá tinha cabo e me foi dito que não. Haveríamos de arranjar um. Desci com as coisas e lá estava ele me esperando.
No caminho até a loja ele me contou sobre o que tinha lhe ocorrido no dia anterior, algo envolvendo policiais. Fomos na Fox Trot comprar um cabo. Era sábado, uma da tarde. Tentei abrir a porta, mas estava trancada. Pelo vidro pude ver que havia gente lá. Através de gestos comunico-me com um sujeito que presumo ser funcionário da loja que, com um movimento de mãos, diz que já fechou. Observo um rosto conhecido. O irmão do ex-namorado da minha irmã. Ele me reconheceu e veio ao meu encontro. Prontamente um outro funcionário abre a porta e, sem ser perguntado, reafirma o que seu colega já havia dito, só que com mais informações: a loja já fechou, o sistema já foi desativado e não posso lhe vender mais nada; sua urgência me é irrelevante. Eu disse que só queria falar com meu amigo. Ele me emprestaria um cabo se tivesse. Anos atrás eu lhe emprestei meu baixo em uma ou duas oportunidades. Expliquei meu problema a ele e, sem pestanejar, ele disse que me faria esse favor. Fomos até sua casa buscar o objeto.
Com o cabo em mãos, só faltava ir buscar Rodrigo e partir pro ensaio. Rolou uma sessão regada a Eminem. É som que Lóki escuta no carro. Com Rodrigo no veículo partimos pra Lauro de Freitas, pro condomínio do avô de Lóki. Mais Eminem. No condomínio tem uma casa onde supostamente funciona uma clínica de aborto. Fiz uma piada sobre eles promoverem um churrasco grátis.
Já no local do ensaio, fomos arrumar as coisas. Lóki lembrou-se que tinha esquecido de trazer a máquina de cimbal. Pra que levantar e abaixar o cimbal, né? Dá pra levar assim mesmo. Na arrumação descobrimos que Rodrigo não levou a caixa de guitarra. Ele disse que achava que não precisava. Então tínhamos apenas duas caixas, sendo uma onde ficaria o microfone e a outra, maior, teria o baixo e a guitarra juntos numa combinação que deixou o som horrível.
O pedestal do microfone estava quebrado. Ele não tinha suporte pra segurar o microfone. Arrancamos um fio de um rádio velho que tinha lá e amarramos o microfone no pedestal.
Depois observo Lóki com um pedaço de arame armengando alguma coisa no pedal da bateria que tava sem não sei o que. O pedal não funcionava direito, o som bumbo saía bem fraco.
Rodrigo ligou a guitarra e o som também saiu fraco, baixo. Colocamos no máximo e parecia que o instrumento tava desplugado. Liguei meu baixo e o som saiu normal. Peguei o meu cabo e conectei na guitarra. O som saiu perfeito. O problema então era no cabo. Rodrigo disse que tinha comprado aquele cabo no Pelourinho e nunca tinha testado.
Fomos terminando de arrumar tudo, testando o cabo, mudando de posição, mexendo pra ver se algo milagrosamente acontecia e aconteceu. Num piscar de olhos o som da guitarra ficou audível.
Começamos a tocar e tudo fluiu de certa forma muito bem apesar da estrutura precária. Passamos as músicas antigas e uma música nova, acrescentamos coisas e, no final de tudo posso dizer que o ensaio foi bem útil.
Da próxima vez Rodrigo levará a caixa de guitarra e o pedal estará arrumado. Com mais recursos espero que seja melhor.
Cancelei o esquema da praia e fui arrumar as coisas pra ensaiar. Baixo, palheta, microfone, cabo... Não tenho cabo. Telefonei pro batera perguntando se lá tinha cabo e me foi dito que não. Haveríamos de arranjar um. Desci com as coisas e lá estava ele me esperando.
No caminho até a loja ele me contou sobre o que tinha lhe ocorrido no dia anterior, algo envolvendo policiais. Fomos na Fox Trot comprar um cabo. Era sábado, uma da tarde. Tentei abrir a porta, mas estava trancada. Pelo vidro pude ver que havia gente lá. Através de gestos comunico-me com um sujeito que presumo ser funcionário da loja que, com um movimento de mãos, diz que já fechou. Observo um rosto conhecido. O irmão do ex-namorado da minha irmã. Ele me reconheceu e veio ao meu encontro. Prontamente um outro funcionário abre a porta e, sem ser perguntado, reafirma o que seu colega já havia dito, só que com mais informações: a loja já fechou, o sistema já foi desativado e não posso lhe vender mais nada; sua urgência me é irrelevante. Eu disse que só queria falar com meu amigo. Ele me emprestaria um cabo se tivesse. Anos atrás eu lhe emprestei meu baixo em uma ou duas oportunidades. Expliquei meu problema a ele e, sem pestanejar, ele disse que me faria esse favor. Fomos até sua casa buscar o objeto.
Com o cabo em mãos, só faltava ir buscar Rodrigo e partir pro ensaio. Rolou uma sessão regada a Eminem. É som que Lóki escuta no carro. Com Rodrigo no veículo partimos pra Lauro de Freitas, pro condomínio do avô de Lóki. Mais Eminem. No condomínio tem uma casa onde supostamente funciona uma clínica de aborto. Fiz uma piada sobre eles promoverem um churrasco grátis.
Já no local do ensaio, fomos arrumar as coisas. Lóki lembrou-se que tinha esquecido de trazer a máquina de cimbal. Pra que levantar e abaixar o cimbal, né? Dá pra levar assim mesmo. Na arrumação descobrimos que Rodrigo não levou a caixa de guitarra. Ele disse que achava que não precisava. Então tínhamos apenas duas caixas, sendo uma onde ficaria o microfone e a outra, maior, teria o baixo e a guitarra juntos numa combinação que deixou o som horrível.
O pedestal do microfone estava quebrado. Ele não tinha suporte pra segurar o microfone. Arrancamos um fio de um rádio velho que tinha lá e amarramos o microfone no pedestal.
Depois observo Lóki com um pedaço de arame armengando alguma coisa no pedal da bateria que tava sem não sei o que. O pedal não funcionava direito, o som bumbo saía bem fraco.
Rodrigo ligou a guitarra e o som também saiu fraco, baixo. Colocamos no máximo e parecia que o instrumento tava desplugado. Liguei meu baixo e o som saiu normal. Peguei o meu cabo e conectei na guitarra. O som saiu perfeito. O problema então era no cabo. Rodrigo disse que tinha comprado aquele cabo no Pelourinho e nunca tinha testado.
Fomos terminando de arrumar tudo, testando o cabo, mudando de posição, mexendo pra ver se algo milagrosamente acontecia e aconteceu. Num piscar de olhos o som da guitarra ficou audível.
Começamos a tocar e tudo fluiu de certa forma muito bem apesar da estrutura precária. Passamos as músicas antigas e uma música nova, acrescentamos coisas e, no final de tudo posso dizer que o ensaio foi bem útil.
Da próxima vez Rodrigo levará a caixa de guitarra e o pedal estará arrumado. Com mais recursos espero que seja melhor.
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